Ao custo de R$ 400 milhões, Prefeitura de São Paulo inicia plano para reformar calçadas

Ao custo de R$ 400 milhões, Prefeitura de São Paulo inicia plano para reformar calçadas

São Paulo, 11/07/2019 – A Prefeitura de São Paulo formalizou nesta quinta-feira, 11, o Plano Emergencial de Calçadas, projeto que, ao custo de R$ 400 milhões, irá reformar 1,5 milhão de metros quadrados de calçadas na cidade até o fim do ano que vem – a área a ser reformada é equivalente a 210 campos de futebol. As rotas e vias abrangidas foram definidas em decreto publicado nesta quinta no Diário Oficial da Cidade  e envolve, segundo a administração municipal, locais com grande circulação de pedestres em todas as 32 subprefeituras.

Segundo a gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB), serão beneficiadas, por exemplo, regiões de terminais de ônibus, áreas de grande comércio e pontos turísticos que hoje apresentam imperfeições na estrutura. Entre os locais previstos está o Triângulo Histórico, no centro da capital. De acordo com a Prefeitura, essa área conta com o movimento diário de mais de 3 milhões de pessoas.

 

A Secretaria das Subprefeituras, segundo informou a Prefeitura, responsável pela execução das obras, já iniciou os processos de licitações necessárias, que foram divididas em 22 grupos. “Os contratos estão em fase de homologação pela Secretaria das Subprefeituras para que as obras sejam iniciadas até agosto. Calçadas especiais, como no centro histórico e no Anhangabaú, serão contratadas de forma diferenciada, com contratos específicos”, detalhou a gestão em nota à imprensa.

 

O decreto autoriza a Prefeitura a executar as obras nas calçadas, inclusive de propriedades particulares. A administração municipal diz que caberá aos donos dos imóveis a manutenção e conservação após a reforma. “Esta é uma forma que a administração encontrou de atender de uma maneira mais efetiva a população reduzindo os problemas, principalmente de acessibilidade, que temos hoje”, declarou o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando Chucre.

 

Na próxima semana, a pasta irá disponibilizar para consulta os mapas com as regiões contempladas pelo Plano Emergencial na plataforma Geosampa. Dessa forma, qualquer pessoa poderá consultar se a região por onde passa será contemplada pela ação.

 

A gestão esclareceu que ainda será publicado um novo decreto para definir o modelo arquitetônico das calçadas e outras questões, como o tipo de material utilizado, padrões para o acesso de concessionárias, de sinalização e implantação de paisagismo, com o objetivo de garantir um padrão para as calçadas.

 

Projeto-piloto – Desde maio, a Prefeitura já testa a mudança do tradicional mosaico português das ruas do centro por concreto.  A ideia é verificar o tipo de modelo ideal para, ainda neste ano, começar a mudança nos calçadões do triângulo histórico, entre as ruas Boa Vista, Líbero Badaró e Benjamin Constant.

 

O trecho do projeto-piloto abrange dois tipos de técnica, com placas cimentícias pré-fabricadas e armado moldado “in loco”, como na Avenida Paulista.  A mudança integra uma série de ações da Prefeitura para intensificar a vida noturna e o turismo na região central, tais como melhorias na iluminação, incentivos fiscais e a concessão do Edifício Martinelli, dentre outros. (Redação, jornal O Estado de S. Paulo)

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