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Reforma em imóvel para alugar usa material prático e fácil de manter

São Paulo, 18/02/2018 – Materiais práticos e que economizam na manutenção costumam ser os preferidos dos arquitetos e designers de interiores na hora de reformar imóveis para investimento. Porcelanato, papel de parede, piso vinílico e pastilhas para banheiro e cozinha estão entre as recomendações dos profissionais para quem quer investir no aluguel de imóveis de forma eficiente, sem perder qualidade.

O porcelanato no piso é considerado o grande “curinga” por quem reforma apartamentos: pode revestir cozinha, banheiros, sala e até quartos. Há opções que imitam desde o cimento queimado até o mármore. Além disso, profissionais destacam que a instalação, limpeza e retirada do porcelanato faz pouca sujeira em relação a outros revestimentos.

“É muito prático, e nas paredes nós também usamos muito esse tipo de revestimento pelo mesmo motivo: com a tinta, quando há alto tempo de uso, você precisa de uma nova leva de pintura no mesmo apartamento”, diz a arquiteta Karina Korn, especializada em design de interiores. “Se você tem um papel de parede, principalmente lavável, você consegue limpar para o próximo inquilino entrar numa boa.”

A média do investimento na reforma é estimado entre R$ 1,5 mil e R$ 3,5 mil por metro quadrado, segundo Karina. O valor varia conforme o perfil do investidor e a localização, entre outros fatores.

New York Tower

Sempre que o cliente é um investidor interessado em alugar o imóvel, a designer de interiores Adriana Fontana recomenda substituir materiais mais caros por opções que facilitem limpeza e conservação.

“Por exemplo, eu não colocaria madeira, que é um material caro e que exige manutenção, apesar de ser nobre”, conta Adriana. “O piso vinílico, que imita a madeira, é o que as pessoas gostam bastante, porque traz aconchego.”

Mercado – Assim como corretores e entidades setoriais, quem reforma imóveis também percebe um aumento da demanda de investidores desde dezembro. “Senti uma mudança sutil, mas importante, porque estava muito parado, diz Karina.

“Se percebe uma movimentação atípica, de muitas pessoas procurando (imóvel), muitas propostas de trabalho,”, conta Adriana. “Existe uma preocupação dos investidores de deixar os apartamentos mais atrativos para quem vai alugar.” (Túlio Kruse, especial para o Estado)

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