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Temos expectativa de incremento nos lançamentos totais em 2018, diz Cyrela

São Paulo, 23/03/2018 – A Cyrela espera ampliar os lançamentos totais em 2018, considerando projetos próprios e desenvolvidos em parceria, segundo o diretor de Relações com Investidores, Paulo Gonçalves.

“Somando tudo, temos expectativa de incremento nos lançamentos”, estimou o executivo, sem citar números, durante entrevista à imprensa há pouco. Em 2017, os lançamentos consolidados atingiram R$ 3,053 bilhões em valor geral de vendas (VGV).

Gonçalves acrescentou que 30% dos novos projetos devem ser enquadrados no Minha Casa Minha Vida (MCMV) – via parceria com a Cury, 30% para o mercado de médio padrão e 40% no alto padrão. Do total de lançamentos, 80% serão realizados em São Paulo, mercado imobiliário que tem mostrado maior recuperação.

O executivo também procurou minimizar os potenciais efeitos da liminar que veta do direito de protocolo em São Paulo. “Estamos com expectativa muito grande de que a liminar será revertida”, ressaltou.

Embora admita a possibilidade de ter que rever parte dos projetos e, inclusive, perder a viabilidade econômica de certos lançamentos ao adaptá-los à nova legislação, Gonçalves indicou que essa hipótese está em segundo plano.

“Eventualmente, pode-se perder a viabilidade de algum projeto. Mas, dada a atual situação, estamos mais na linha de que a liminar cairá do que teremos que fazer a revisão de projetos”, explicou.

A liminar do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo suspendeu o chamado direito pelo qual projetos imobiliários protocolados antes de a nova Lei de Zoneamento da capital paulista entrar vigor, em 2016, poderiam seriam submetidos às regras da legislação anterior.

O diretor Financeiro, Miguel Mickelberg, antecipou que as vendas no primeiro trimestre de 2018 estão um “pouquinho” melhores do que no mesmo período de 2017. “Em parte isso é venda de produtos do portfólio (estoques) e lançamentos que estão indo bem. Vemos consumidor bastante confiante”, afirmou, citando melhoras no cenário macroeconômico, com inflação e juros em queda, aliados à estabilidade no nível de emprego. (Circe Bonatellicirce.bonatelli@estadao.com)

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