Você sabe como funciona o seguro residencial? Entenda aqui!

Você sabe como funciona o seguro residencial? Entenda aqui!

Entender como funciona o seguro residencial é determinante para a hora de decidir pela contratação (ou não) desse tipo de garantia para o imóvel. Com opções de personalização que abrangem inúmeras modalidades de cobertura, capazes de atender a diferentes necessidades e possibilidades, essa proteção tende a gerar dúvidas e até controvérsias.

Assim, há quem a considere totalmente dispensável, enquanto muitas pessoas só conseguem experimentar a tranquilidade após a contratação de uma apólice.

Você está entre as inúmeras pessoas que têm incertezas sobre o tema? Então, continue a leitura e desvende tudo sobre o seguro para residência!

Para que serve esse tipo de seguro?

A finalidade do seguro residencial é proteger o imóvel dos principais riscos aos quais está exposto. Ele é fornecido por empresas especializadas, que se dispõem, mediante contratação, a resguardar o patrimônio coberto de ocorrências danosas.

Entre as eventualidades para as quais se pode conseguir cobertura, estão:

  • incêndio;
  • roubo;
  • furto;
  • raio;
  • vendavais e outros fenômenos com poder de provocar prejuízos à construção.

Danos a terceiros também podem ter coberturas contratadas, o que aumenta a abrangência e as vantagens de contar com um seguro residencial.

Quais coberturas estão incluídas?

O seguro residencial básico protege o imóvel em três casos:

  • incêndio;
  • queda de raio;
  • explosões.

Essas ocorrências são, necessariamente, cobertas pelo seguro de residência, porém há outras proteções a serem oferecidas a quem faz questão de resguardar seu imóvel. É possível cobrir até mesmo tudo o que há dentro da casa ou do apartamento (como objetos, mobília, obras de arte e outros valores).

Mas é claro que o custo do plano vai depender das coberturas contempladas. Portanto, a apólice será tanto mais cara quanto mais abrangentes forem as proteções por ela proporcionadas.

Como funciona o seguro residencial?

A partir do contrato firmado entre o dono de um imóvel residencial e a empresa seguradora, o bem (de moradia ou veraneio) passa a contar com proteção contra determinadas ocorrências.

Essa cobertura dependerá do plano escolhido — que, como dito anteriormente, pode se limitar ao básico ou abranger outros sinistros. Vale destacar que, além de ofertar proteção contra prejuízos, grande parte dos seguros da atualidade tem o objetivo de agregar comodidades a seus consumidores.

Nesse contexto, as seguradoras disponibilizam pacotes de serviços para o lar, como os de chaveiro, encanador, reparos de aparelhos e mais conveniências — que podem ou não ter custo extra, dependendo de cada empresa.

De que maneira sua contratação é formalizada?

Após escolher o produto que melhor atende ao seu perfil e às necessidades do imóvel, é preciso apresentar uma proposta à seguradora. A empresa, depois de analisar os riscos, dá seu aceite, prepara o contrato e emite uma apólice (ou bilhete) de seguro.

Para ter direito às indenizações previstas, o segurado deve pagar um “prêmio”, valor destinado à seguradora pela proteção proporcionada ao bem. O custo dessa contrapartida financeira está relacionado a diferentes itens, a exemplo dos seguintes:

  • localização do imóvel;
  • coberturas contratadas;
  • uso do imóvel (moradia ou temporada);
  • importância segurada.

O que acontece quando é preciso usá-lo?

No caso de ocorrer um evento para o qual há cobertura contratada, a seguradora vai indenizar o dono do imóvel de acordo com a importância segurada — equivalente ao limite estipulado.

Para receber tal quantia, é necessário acionar a seguradora. A partir da formalização do aviso de sinistro e da apresentação dos documentos exigidos, ela tem 30 dias corridos para fazer o pagamento.

Vale ressaltar que, ao contratar um seguro residencial, é preciso dar informações precisas a respeito do imóvel e de como ele é utilizado. Assim, transtornos no momento de receber a indenização são evitados.

Como escolher a opção ideal?

Você analisou como funciona o seguro residencial e acabou por contratá-lo. Pois bem: será preciso fazer mais algumas escolhas, a fim de compor o nível ideal de proteção para seu imóvel.

Nessa fase, diversas alternativas estarão à sua disposição. Como já elencamos anteriormente, as múltiplas coberturas vão da mais básica às mais completas, sendo preciso analisar, em primeiro lugar, a quais riscos sua residência está sujeita. A partir dessa verificação, você perceberá quais proteções são indispensáveis.

Quais coberturas é possível contratar?

Confira, abaixo, algumas das coberturas que você pode adicionar ao seguro residencial.

Roubo/furto qualificado

Prevê indenização em caso de roubo e furto qualificado, sendo esse último caracterizado pelo rompimento de barreira — arrombamento, por exemplo. As principais indicações para tal tipo de cobertura são casas que não pertencem a condomínios, além dos imóveis de temporada, que passam grande parte do ano desocupados.

Responsabilidade civil

O objetivo dessa cobertura é indenizar o segurado caso haja danos, desde que não intencionais, à integridade física ou ao patrimônio de terceiros. O seguro pode ser familiar e cobrir prejuízos decorrentes da ação dos moradores do imóvel, como filhos menores e parentes declarados dependentes do contratante.

A cobertura de prejuízos provocados por empregados domésticos e animais sob a responsabilidade do segurado é garantida por essa modalidade, além de acidentes pessoais dos visitantes (se ocorrerem no imóvel).

Danos elétricos/eletrônicos

Trata-se de uma garantia para a parte elétrica do imóvel e os aparelhos a ela ligados, de forma que, em caso de curto-circuito, você tenha direito a reaver o valor dos objetos danificados. Na contratação desse adicional, tudo o que vai ser segurado, ou seja, eletrodomésticos e demais objetos que funcionam conectados à eletricidade, é cadastrado.

Vendaval, granizo e fenômenos climáticos de natureza semelhante

Essa cobertura é indicada para quem mora ou tem imóvel de temporada em região que apresenta fenômenos climáticos potencialmente prejudiciais. Entre eles, além dos vendavais e da queda de granizo, estão os furacões e outros ventos acima de 54 km/h, como ciclones e tornados.

Que cuidados tomar ao contratar um seguro residencial?

A primeira das precauções ao contratar um seguro para seu imóvel é ler atentamente a apólice antes de assinar. Trata-se de um documento importante, que exige cautela se você quer uma efetiva proteção para seu patrimônio.

Atentar a cada uma das cláusulas, especialmente às que tratam do que está coberto e daquilo que foi excluído do pagamento de indenização, faz parte dos cuidados a serem adotados durante a contratação de um seguro residencial.

Certificar-se da idoneidade da empresa seguradora, de sua estabilidade e do tempo de mercado é uma precaução da qual você não deve abrir mão. Com essas simples medidas, o perigo de se ver às voltas com problemas fica bastante reduzido.

Mais uma relevante informação sobre como funciona o seguro residencial refere-se à mudança de endereço ou alteração no patrimônio segurado: ambas as situações precisam ser comunicadas à seguradora. Então, se você pensa em resguardar a propriedade atual, mas já está em busca do seu novo imóvel, lembre-se disso!

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1 Comentário

  1. Senti falta da cobertura contra alagamentos e inundações, essa sãos as piores… vocês não consideraram isso… eu fechei meu seguro residencial em 2016 e só venho aprimorando as negociações… indico a meuseguromaisbarato.com.br eles são ótimos, orientam por completo.

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